Quando sair da zona de conforto e assumir o papel de Líder?

7COMmCarreira em TIQuando sair da zona de conforto e assumir o papel de Líder?
16
jan
2015

Por Jaqueline Amaral Costa

É muito comum encontrar pessoas de diferentes empresas que se sentem insatisfeitas com a forma de gestão aplicada ao seu time. É ainda mais comum perceber que os motivos alegados são praticamente os mesmos:

  • Gestão imposta sem abertura a diálogo;
  • Trabalho isolado;
  • Falta de comunicação e participação nos acontecimentos que envolvem o time;
  • Falta de feedback, ou quando há é pouco utilizado;
  • Falta de perspectiva de crescimento do time;
  • Centralização de poder;
  • Falta de foco na qualidade, o que pode gerar em retrabalho;

Dentre muitos outros motivos que causam um mal estar contagiante a todos que estão ao redor.
Este clima de insatisfação se tornou tão nítido que passa a ser visto como algo comum, levando alguns líderes a pensar que pode ser contornado de modo trivial. Mas a verdade é que as empresas estão carentes de representantes com o verdadeiro espírito de liderança, capazes de perceber o papel importante que cada membro representa no seu time, que possuem discernimento para buscar sempre a melhor solução diante de incidentes ou problemas e sabem que o sucesso vem junto com o sucesso de todos os seus liderados, é como uma família em que todos se unem e atuam em torno de um propósito e quando o objetivo é alcançado, a vitória é celebrada por todos. O líder deve inspirar e motivar, não se colocando em uma postura de “ser supremo intocável”, pelo contrário, preza o bom relacionamento entre todos, sabe que uma boa conversa cara a cara pode ser a solução mais rápida e eficaz na resolução de conflitos internos.

A crescente evasão de talentos nas organizações se torna cada vez mais comum e definitivamente apontar culpados não é a melhor solução, no entanto a adoção de melhores práticas na concepção de líderes podem trazer grandes benefícios, como por exemplo:

  • Melhor capacitação dos gestores, através de treinamentos para formação de líderes;
  • Acompanhamento frequente de desempenho;
  • Aplicação de avaliação aos liderados para medir o nível de satisfação com relação à gestão;
  • Utilizar o feedback rotineiramente como forma de motivação ou até mesmo para uma possível evolução;

Simples ações como estas podem promover uma grande mudança dentro das organizações. Algumas pessoas já são líderes natos, outras precisam se aperfeiçoar para se tornarem líderes aptos a conduzir pessoas de maneira positiva. A boa liderança só pode gerar benefícios para a empresa.

“Pessoas não deixam empresas, deixam gestores”, este é um termo bastante encontrado em artigos, que resume em curtas palavras o cenário vivido nas grandes empresas. Por causa de gestores ineficientes, as empresas estão diminuindo seu principal ativo: pessoas. Essas passam a ser vistas como números por ter seu valor totalmente minimizado.

As empresas não são formadas pelos “Gestores Retrógrados”, mas sim por times motivados e auto gerenciáveis, pessoas com alto potencial intelectual que fazem as coisas acontecerem de verdade. Esses talentos precisam de líderes a altura para conduzi-los e motivá-los, que saibam reconhecer que os resultados obtidos é uma conquista de todos os integrantes do seu time.

É momento de mudar conceitos, quebrar paradigmas, de sair da zona de conforto e abraçar as responsabilidades de um verdadeiro líder, é desse cara que as empresas precisam!

 

Sobre Jaqueline Amaral Costa

Analista de Sistemas. Formada em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Pós-graduada em Gestão da Tecnologia da Informação. Especialista em análise de sistemas e negócios, com amplo conhecimento em Banco de Dados.

 

Fonte: TI Especialistas

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