Quase metade das empresas terão operação em nuvem até o final do ano

7COMmCloud Computing Desenvolvimento de software Fábrica de SoftwareQuase metade das empresas terão operação em nuvem até o final do ano
17
mar
2015

Desse grupo, 25% das companhias estarão investindo pela primeira vez.

A Computação em nuvem está evoluindo rapidamente no Brasil, com 41% das empresas já investindo em algum modelo e 42% das empresas brasileiras estão pretendendo investir até o final de 2015. Desse último grupo, 25% das empresas estarão investindo pela primeira vez.

Enquanto a maioria das empresas na região estão investindo no modelo de cloud privada, é esperado que o modelo híbrido cresça como  a principal opção das empresas nos próximos anos. Esta tendência está em linha com o aumento da percepção das empresas de que o melhor modelo de negócios–on-premise, privado ou público – depende da necessidade que está sendo levada em consideração.

Um novo estudo detalha as principais descobertas de uma pesquisa realizada com 313 empresas brasileiras com o intuito de entender a atual adoção e interesse nas tecnologias mais discutidas atualmente como segurança, cloud computing, mobilidade, big data analytics, serviços de telecom e soluções de comunicação unificadas.

Empresas brasileiras agora possuem um melhor entendimento sobre o conceito de cloud computing, porém ainda possuem os mesmos receios sobre a falta de confidencialidade dos dados. Com a segurança sendo um importante fator para investir em cloud, não é uma surpresa que fatores como infraestrutura, conectividade e SLA são citados como os mais importantes na hora de selecionar um provedor de cloud computing.

Devido a isso, o principal desafio para os provedores de cloud computing é dar confiança de que é seguro. Muitas empresas na região ainda acreditam que enviar informações para a nuvem as deixam mais vulneráveis. Culturalmente, as empresas brasileiras preferem centralizar o controle, e estes executivos equalizam o uso da cloud com uma perda de controle. Estas empresas ainda não perceberam que será difícil para elas estar tão bem equipadas quanto os provedores de serviços para se defender de ameaças inteligentes.

Fonte: IPNews

 

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