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Popularização do blockchain pega o metrô e já começa a chegar até nas comunidades

Desde seu surgimento o blockchain tem sido muito comentado nos meios acadêmicos, principalmente voltados para a tecnologia, mas manteve grande distância do dia a dia do cidadão comum. Durante este período, muitas previsões já foram feitas, sempre apontando para tempos futuros como marcos nos quais a presença desta nova tecnologia se fará notada em todas as áreas da sociedade. Ocorre que nos últimos meses algumas notícias dão conta de que este tempo de assunto restrito aos grupos de iniciados está com os dias contados.

Como sempre, a indústria financeira está mantendo a tradição de vanguarda em novas tecnologias e demonstra estar mais próxima de apresentar utilizações práticas mais relevantes com esta nova ferramenta. Mas outros setores não estão parados e já surgem iniciativas capazes de trazer a palavra blockchain para ambientes tão populares quanto os sempre lotados vagões do metrô ou as sempre populosas comunidades de moradores das periferias do país.

No mês de junho, por exemplo, o portal ComputerWorld, publicou um artigo relatando experiências colaborativas envolvendo o Metrô de São Paulo que envolvem o blockchain. Segundo o autor, vários públicos envolvidos nas obras e gerenciamento da operação se acostumaram a trabalhar com compartilhamento de informações e agora, os projetistas, as gerenciadoras, as empreiteiras, o próprio Metrô e até mesmo os fornecedores pretendem utilizar o blockchain para ganhar qualidade, credibilidade e eficiência em situações como diários de obras, medições, contratos, comunicados, inspeções e outros registros.

O mesmo ComputerWorld já havia destacado, um mês antes, iniciativas como a da OriginalMy e da Ewally. No primeiro caso a empresa utiliza o blockchain público do bitcoin para o registro de documentos, uma demonstração clara de que a nova tecnologia pode substituir os tradicionais cartórios notariais.

Já no segundo caso, trata-se de uma carteira virtual voltada para o público desbancarizado, desenvolvida em blockchain e em fase de testes na comunidade de Paraisópolis na cidade de São Paulo.

Não restam dúvidas de que ainda é questão de tempo para a massificação do blockchain, mas já é possível afirmar que agora falta menos tempo.

O blockchain pede passagem e a 7COMm acelera no ritmo desta revolução se oferecendo ao mercado como uma das mais capacitadas desenvolvedoras de soluções com a nova tecnologia para os mais variados públicos.

A companhia vem realizando apresentações introdutórias, treinamento para desenvolvedores, hackatons e outras atividades sobre o tema. Além disso, ela já dispõe de um portfólio composto por projetos como aplicativo para carteiras de programas de fidelidade em Etherium, treinamentos e projetos em desenvolvimento em R3 Corda, integração com e-commerce para possibilitar venda em bitcoins com recebimento em Reais, antecipação de recebíveis e cadastro único digital em Hyperledger 1.0.

Venha conosco para a estação blockchain!