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Programas de fidelidade crescem na crise e se aproximam de 100 milhões de cadastros

A oportunidade de receber algum tipo de benefício para se manter como consumidor fiel de uma marca ou de um estabelecimento parece ter sido absorvida como uma alternativa eficiente para driblar os efeitos da crise que tomou conta do país nos últimos anos. Enquanto os analistas dão pulos de alegria pelo fato dos indicadores econômicos sinalizarem, depois de muito tempo, com a possibilidade de obter crescimento pouco acima de zero, o mercado de programas de fidelidade cresceu 23% em um ano e se aproximou da marca de 100 milhões de cadastros registrados.

Os números são da Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização (ABEMF), que reúne programas como Dotz, Grupo LTM, Multiplus, Netpoints, Smiles e TudoAzul. A entidade publicou recentemente o balanço do primeiro trimestre de 2017 e informou que somente entre janeiro e março deste ano o setor recebeu sete milhões de novas inscrições considerando apenas as marcas citadas. Em março do ano passado, a ABEMF registrava 78,9 milhões de contas abertas neste tipo de programa. Já no mesmo mês deste ano o montante saltou para 97 milhões. Desta forma, o faturamento das associadas aumentou 5% no período e chegou a R$ 1,47 bilhão.

A quantidade de pontos/milhas emitidos acumulou 57,3 bilhões no trimestre superando em 28% o mesmo período de 2016. O varejo e os cartões de crédito continuam sendo as principais fontes para o acúmulo de pontuação, concentrando 87% do total.

Se considerarmos que o segundo trimestre pode ter registrado um montante de novos contratos fechados parecido com os sete milhões do primeiro trimestre, podemos imaginar que, a esta altura do ano, o mercado já deve ter se aproximado e talvez até ultrapassado a marca simbólica dos 100 milhões de cadastros.

Todos estes números já seriam bastante animadores por si só, mas os especialistas neste segmento comentam que este é só o começo. Eles comparam o tamanho do mercado brasileiro de fidelidade com o de outros países como os EUA, por exemplo, e afirmam, sem medo de errar, que ainda há muito espaço para crescimento.

Segundo eles, este crescimento se dará com o desenvolvimento de novos modelos de negócios e a exploração da potencialidade das novas tecnologias. Uma das tendências será o esforço das empresas para aproximar seus programas do usuário usando o mobile como principal instrumento. Neste sentido a 7COMm está prestando uma importante contribuição por meio do aplicativo Bitpoints, desenvolvido em parceria com a Microsoft e o Grupo LTM.

Ele foi concebido com base na plataforma 7Token, solução de criptomoeda em blockchain da 7COMm que confere um nível elevado de segurança e transparência na acumulação de pontos e no resgate de prêmios. Além disso, a nova tecnologia viabiliza a redução de processos de auditorias e verificações. Todos os dados de movimentações feitas no aplicativo são encadeados, criptografados e gerados em consenso entre todos os parceiros envolvidos.

Estas inovações transformaram o Bitpoints numa das atrações que mais atraíram a curiosidade dos participantes da última edição do Ciab FEBRABAN, realizado em junho.

O fato reforça a expectativa de uso ainda maior da fidelidade como gerador de lucros e sinaliza com um caminho para o Brasil encontrar a saída da crise. A fidelidade não só como palavra que representa um modelo de negócios, mas como sinônimo de permanência ao lado dos melhores conceitos de honestidade, transparência, caráter, credibilidade e outros adjetivos que tanto vemos em nosso povo e que tem feito tanta falta aos representantes deste mesmo povo.

Gustavo Paro, da Microsoft, falou sobre o Bitpoints e a participação da 7COMm no processo de desenvolvimento do aplicativo. Assista: