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Capacity Planning prepara as malas tecnológicas para a viagem de 2018

Quem ainda não está, já vive a expectativa. Início de dezembro e elas finalmente estão chegando. As tão sonhadas férias e as mais esperadas ainda viagens. Mas quando se fala em deixar sua rotina e ir morar temporariamente em outro lugar, existe sempre um momento de certa tensão que é o de arrumar as malas. Afinal de contas, como dimensionar perfeitamente o que levar?

Colocar coisas de mais na bagagem significa carregar um peso excessivo e desnecessário que acaba tirando um pouco o prazer da viagem. Mas levar itens em quantidade menor do que o necessário acarretará em passar por apertos e desconfortos como a necessidade de usar por vários dias a mesma roupa, por exemplo.

Se pensarmos no ano de 2018 como uma viagem para um futuro cada vez mais digital no contexto das empresas, acabamos chegando ao mesmo dilema. Ao olhar para a estrutura instalada, o que devemos levar para este novo lugar? Isto será realmente útil ou será um peso morto que tornará a caminhada mais lenta e custosa? E as coisas novas? O que comprar? Isto realmente é necessário? E se a companhia não comprar e precisar disso no meio do caminho?

Por essas e outras, antes de fazer as malas e entrar em férias, o início de dezembro é um dos principais momentos para o exercício do Capacity Planning.

Um artigo publicado por Eddie Lockhart, no portal TechTarget, por exemplo, alerta para o fato de que, se os profissionais de TI superestimarem a quantidade de processamento, memória, armazenamento e recursos de rede, podem gastar mais por recursos que não precisavam. Mas se subestimarem a necessidade destes recursos, os usuários muito provavelmente terão problemas de desempenho.

Segundo ele, não há outra saída para arrumar esta mala com perfeição a não ser testar, testar e testar novamente. A equipe responsável por esta avaliação também deve entender seus usuários, sua infraestrutura existente, as aplicações que estão em jogo e muito mais.

É claro que sempre acontecerão situações impossíveis de serem previstas. No caso de uma viagem, por exemplo, não se pode adivinhar a temperatura de todos os dias no local de destino e nem quantos dias vai chover além de outras coisas do tipo. Da mesma forma, no caso da empresa, podem acontecer situações como o surgimento de uma grande oportunidade de negócios com um novo produto ou serviço que altere toda a programação. Para estes casos, a falta de planejamento estará sempre perdoada, mas a verdade é que, como diz uma recente propaganda de TV, a vida é cheia de ‘previstos’. E para estes casos não há desculpas para não responder com uma boa dose de Capacity Planning para ter uma boa viagem.