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Método Ágil é a receita para superar sistemas burocráticos na Copa e nas empresas

Como estamos vendo na Copa do Mundo, os sistemas defensivos do futebol atualmente são muito mais elaborados do que antigamente. As equipes montam verdadeiras fortalezas, com as tais linhas de quatro ou até de cinco jogadores rigidamente postados em frente ao goleiro e para furá-las, as seleções estão tendo que se esforçar muito.

Boa parte do jogo transcorre em passes laterais burocráticos e modorrentos. Se não existissem estratégias ágeis baseadas em movimentações constantes, o que veríamos seria um verdadeiro e chato festival de zero a zeros.

Felizmente, os técnicos estão conseguindo superar esta dificuldade e ainda não tivemos no Mundial (pelo menos até o final da construção deste texto) nenhuma partida sem a abertura do placar.

Esta realidade do mundo do futebol pode ser usada para traduzir o momento de transição pelo qual atravessam as empresas. Da mesma forma que os times, as corporações estão sendo obrigadas a superar modelos burocráticos, criados em outras épocas, com premissas de um outro tipo de sociedade, para conseguir corresponder às demandas do consumidor moderno.

Não é à toa que segundo uma pesquisa recente, 81% dos executivos acreditam que as metodologias baseadas em cultura ágil são necessárias para uma transformação digital bem-sucedida e melhor desempenho do negócio. De acordo com o estudo, mais de quatro em cada cinco empresas usam métodos ágeis ou DevOps (práticas de Desenvolvimento e Operações de Software).

Na recém encerrada edição do Ciab Febraban, os bancos públicos brasileiros, conhecidos por enfrentarem uma série de dificuldades adicionais na corrida pela transformação digital, também revelaram que a metodologia Ágil tem sido a carta na manga para não sucumbir à burocracia. O executivo de uma dessas instituições chegou a declarar que sua organização está praticamente abolindo a forma tradicional de desenvolvimento de software.

Voltando à comparação com o futebol, o método ágil pode ser definido como aquele que pensa no resultado como principal objetivo do jogo, ao invés das estratégias que privilegiam as jogadas acrobáticas e mirabolantes. Afinal de contas, se antes as torcidas se contentavam em ver seus jogadores driblando, fazendo movimentações difíceis, mas que no final dos 90 minutos não resultavam em vitórias, hoje o que todos querem é ganhar.

Nas empresas é a mesma coisa. Pouco importa um processo seguir todas as etapas rigorosamente. Obedecer aos prazos, se o produto final chegar atrasado ao consumidor ou não atender às necessidades dele.

Desta forma, o método ágil ganha força porque nele as entregas são divididas em ciclos menores e, com isso, eventuais problemas podem ser corrigidos mais rapidamente e os planejamentos serem revistos. O objetivo principal é o cumprimento das metas e a finalização dos trabalhos. Entre os valores da Cultura Ágil, além da celeridade dos processos, estão transparência, confiança, empoderamento das pessoas, delegação de responsabilidades e interação entre os membros da equipe.

O primeiro dos 12 princípios do Método Ágil diz que “A maior prioridade é satisfazer o cliente, através da entrega adiantada e contínua de software de valor”.

Vemos que é uma visão de jogo na qual não há espaço para ‘firulas’. O foco é o gol. A vitória. O lucro.

No mundo da 4ª revolução industrial é assim que se joga.

Se a sua empresa quer entrar em campo, a 7COMm tem experiência no esquema e pode dar algumas dicas. Vamos jogar juntos.