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Copa do Mundo confirma pagamentos digitais como campeões da preferência do consumidor

Nos gramados da Rússia a competição ainda está na fase de quartas de finais. Isto significa que oito países lutam pelo título de melhor seleção do planeta bola. Mas nas relações de consumo já foi decretado o campeão. Ele é o pagamento feito por meios digitais. Isto é o que revela uma pesquisa feita pela Visa, parceira oficial de serviços de pagamento da FIFA. A empresa realizou uma análise dos gastos de viajantes estrangeiros feitos durante os primeiros dias da Copa do Mundo da FIFA 2018. De acordo com o trabalho, dentro dos estádios, a parcela de pagamentos digitais sem contato, ou seja, com o uso de smartphones, pulseiras ou anéis, foi de 54%, incluindo compras realizadas por torcedores russos e estrangeiros. Fora das praças de jogos, nas 11 cidades que sediam as partidas, aproximadamente uma em cada cinco (17%) das compras feitas com Visa também utilizou a tecnologia (contactless).

A gerente de país da Visa para a Rússia, Ekaterina Petelina, explicou que particularmente nos estádios, os torcedores estão usando a tecnologia de pagamento sem contato para passar menos tempo em filas e poder voltar logo para a emoção em campo. Dentro dos estádios, os torcedores podem realizar pagamentos por cartões de crédito e débito Visa com tecnologia sem contato em mais de 3.500 terminais de ponto de venda e mil concessionários móveis que foram equipados com as mais recentes inovações em matéria de pagamento.

Enquanto a experiência de pagar de forma mais rápida para assistir aos jogos é aprovada na Copa do Mundo, o campeonato da inovação em meios de pagamento continua trazendo novas soluções pelo mundo a fora.

Particularmente no Brasil, uma das jogadas que mais chamaram a atenção nos últimos dias, principalmente na edição do Ciab Febraban, que se encerrou justamente no dia do jogo de abertura da Copa, foi a movimentação em torno do uso do P2P.

Na ocasião foi abordado o trabalho de um grupo formado pelo Banco Central em maio que inclui 90 instituições. São associações representativas, instituições bancárias e de pagamento, entidades governamentais e fintechs que estudam o avanço dos pagamentos instantâneos no país.

Os chamados pagamentos instantâneos, ou P2P (peer to peer, em inglês, ponto a ponto), são transferências eletrônicas de valores em que a transmissão da mensagem de pagamento e a disponibilidade dos fundos para o destinatário ocorrem em tempo real, utilizando um dispositivo móvel (smartphone, por exemplo) ou computador. As transferências podem ser feitas entre pessoas, entre pessoas e estabelecimentos e somente entre estabelecimentos, como por exemplo para o pagamento de fornecedores.

De acordo com uma reportagem publicada pelo jornal Gazeta do Povo, o grupo de trabalho do BC encerra as atividades em novembro de 2018. A iniciativa, segundo a instituição, é similar à de bancos centrais como o Banco da Reserva da Austrália, Banco Central Europeu e o Sistema de Reserva Federal (Fed) dos Estados Unidos. E é analisando como se faz nestes locais, e tendo como principal exemplo a China onde a soluções já está num estágio avançado, que o Brasil deve definir o seu modelo.

Na China, os pagamentos instantâneos são realidade há mais tempo e o uso de dinheiro em espécie chega a ser visto com estranheza no comércio local. A maioria dos pagamentos P2P é feita pela leitura de QR Codes utilizando principalmente os aplicativos WeChat e AliPay.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), atualmente apenas 32% dos pagamentos feitos no Brasil utilizam meios eletrônicos. Com o surgimento de novas possibilidades de transações como o P2P, a associação acredita que esse número deva aumentar, juntamente com a bancarização da população.

A 7COMm tem experiência comprovada no desenvolvimento de soluções de pagamentos digitais. Se sua empresa estiver disposta a disputar este campeonato pode nos convocar e vamos jogar juntos.