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Empresas brasileiras tem custo de R$ 1,24 milhão com problemas relacionados a vazamento de dados

Juntamente com toda a empolgação a respeito das novas tecnologias e os negócios disruptivos que elas estão gerando, crescem as preocupações com a segurança da informação. Um recente estudo realizado pela IBM em parceria com o Instituto Ponemon revelou, entre outras coisas, que o custo médio da violação de dados no Brasil é de R$ 1,24 milhão para as empresas.

O estudo chamado “2018 Cost of Data Breach Study: Global Overview” levantou casos ocorridos no Brasil nos últimos seis anos e constatou que o país é o mais propenso a sofrer violações de segurança.

De acordo com uma reportagem publicada pelo portal CanalTech.com.br, os pesquisadores da IBM constataram que o risco de uma empresa sofrer um ataque no Brasil é de 43%, portanto muito superior ao de países considerados portadores de uma cultura mais consolidada de segurança cibernética como Alemanha (com 14%) e Austrália (17%).

Entre as regiões estudadas pela pesquisa, os Estados Unidos ficaram com o primeiro lugar em termos de custo com o vazamento de dados, com US$ 7,91 milhões. Os americanos foram seguidos pelo Oriente Médio, com US$ 5,31 milhões. O levantamento ainda estima que a média mundial para lidar com problemas do gênero é de US$ 3,86 milhões, sendo que o montante total gasto quase dobrou nos último cinco anos por conta de mega violações.

A seriedade do assunto ficou mais uma vez explícita em território nacional nas últimas semanas quando o Brasil teve uma sequência de casos que demonstraram vulnerabilidades em diversos segmentos. Desde uma varejista de roupas, cujo vazamento de informações afetou 2 milhões de clientes até uma empresa de crédito, que teve vazado mais de 350 milhões de dados de pessoas físicas e jurídicas, passando por uma operadora de TV por assinatura, afetada em mais de 200 contas de clientes.

O estudo da IBM demonstrou que um dos primeiros reflexos de uma maior percepção sobre a gravidade do problema começa a aparecer no setor de aquisição e fusão de empresas. Especialistas no assunto afirmam que até pouco tempo as empresas não consideravam custos com vazamentos de informações como fator determinante na hora de avaliar uma transação deste tipo, mas a tendência é que passem a levar este preço em conta nas próximas negociações.

No dia 14 de agosto o presidente Michel Temer sancionou a Lei Geral de Proteção de Dados que estabelece uma série de protocolos no sentido de proteger os cidadãos dos prejuízos que podem ser causados por incidentes deste tipo.

Para as empresas, o desafio é continuar inovando e buscando tornar os serviços cada vez mais fáceis e rápidos para seus clientes, mas sem perder de vista a necessidade de estratégias, sistemas e procedimentos rígidos de segurança.

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