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Debate sobre Blockchain saiu do conceito em 2018 para o campo da prática

Já faz alguns anos que Blockchain tem sido um dos assuntos dominantes em eventos e qualquer tipo de conversa sobre tecnologias futuristas. Em 2018 isto não foi diferente, mas a grande novidade foi a abordagem. Se antes se discutia as possibilidades e potencialidades, neste ano, talvez como em nenhum o outro antes, o tom da conversa foi muito mais voltado para a avaliação das aplicações já realizadas.

A Pesquisa de Tecnologia Bancária 2018, divulgada pela FEBRABAN durante o CIAB, deu o tom desta nova realidade ao mostrar que 75% dos bancos brasileiros já estão investindo em Blockchain. Já o estudo “PwC Global FinTech Report”, projeta que em 2020 esta realidade seja vivida não só pelo ambiente bancário. O trabalho traz a expectativa de que daqui há exatos dois anos, 77% das empresas esperam ter algum tipo de aplicação deste sistema em funcionamento.

Ainda no CIAB, o Grupo de Trabalho Blockchain da própria Febraban demonstrou os resultados do experimento intitulado Fingerprint, que contou com a participação de 18 instituições, incluindo o Banco Central. A solução usa blockchain para compartilhar informações de segurança sobre dispositivos móveis que venham a ser usados pelos clientes na sua relação com os bancos. Segundo os organizadores da iniciativa, o protótipo mostrou que é possível ter um modelo de estrutura de dados diferente do modelo centralizado que existe hoje. O resultado também comprovou a capacidade de os bancos operarem em regime colaborativo, com garantia de imutabilidade dos dados compartilhados, preservação da privacidade e rastreabilidade das informações.

Essas avaliações e números comprovaram que o Blockchain já é uma realidade e colocaram sobre a cabeça dos decisores das empresas perguntas básicas e diretas como: Quando devo usar? Para que? De que maneira?

Alguns especialistas tentaram ao longo do ano responder a essas indagações e alguns roteiros até podem ser usados como filtro para pensar no assunto. Um deles foi criado pela PCW e lista as seguintes situações nas quais essa tecnologia se encaixa como uma luva:

1- Quando diversas partes compartilham dados e necessitam visualização de informações em comum.

2- Quando diversas partes atualizam dados.

3- Quando diversas partes verificam dados.

4- Quando Intermediários adicionam custos e complexidade.

5- Quando as Interações são sensíveis ao tempo.

Ao longo de 2018 a 7COMm consolidou ainda mais sua posição de uma das maiores desenvolvedoras de projetos em Blockchain do Brasil coordenando a implantação de inúmeros e estreitando importantes parcerias estratégicas como por exemplo com a empresa de software R3, que neste ano lançou o Corda Enterprise, uma versão comercial da plataforma blockchain de código aberto da Corda-R3.

Com este know holl, a 7COMm se coloca à disposição para aprofundar o entendimento a respeito de itens como a lista de possibilidades acima e responder às perguntas sobre quando, como e para que usar Blockchain. Depois que tiver as respostas, estaremos prontos a dar todo o suporte para que a implantação aconteça da melhor forma possível e alcance os resultados esperados. Entre em contato e vamos praticar Blockchain juntos em 2019.