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Indústria 4.0 exige confiança digital para crescer

A digitalização e a automação dos processos de trabalho que caracterizam o conceito de Indústria 4.0 têm potencial para produzir receitas adicionais a 41% das empresas brasileiras nos próximos cinco anos. No mesmo período, 32% das companhias podem obter custos mais baixos e 41% vislumbra registrar ganhos significativos em eficiência. Mas para isso, o país precisa investir fortemente em aspectos como a confiança digital e a segurança, a formação da força de trabalho, a difusão do uso da nuvem e o fortalecimento da infraestrutura de TI.

De acordo com matéria publicada pelo portal TI Inside, essas são as principais conclusões do estudo “Brasil 4.0: O Futuro Impulsionado pelos Dados das Indústrias Brasileiras” desenvolvido por meio de uma parceria entre a Software.org, a Fundação da BSA e a The Software Alliance. Os resultados foram publicados no final de 2018 e apontam medidas que o país deve tomar nos próximos cinco anos para incentivar o desenvolvimento da indústria 4.0 em seu território.

O otimismo com a evolução tecnológica da manufatura atinge também às companhias de menor porte. Entre as pequenas e médias empresas consultadas um patamar entre 36 a 38% disse acreditar que a Indústria 4.0 irá melhorar a qualidade dos seus produtos e serviços.

“Sendo o Brasil a maior economia da América Latina e o sétimo PIB mundial, os empresários locais começam a visualizar o potencial da Indústria 4.0 e a tomar medidas rumo a ela em busca de aumento de produtividade”, conta o country manager da BSA no Brasil, Antonio Eduardo Mendes da Silva.

O monitoramento e a análise de dados fazem com que a indústria 4.0 possa oferecer um portfólio de produtos e serviços inovadores feitos por meio de processos mais eficientes.  “Atualmente, a conectividade e a digitalização estimulam um novo tipo de indústria baseada no fluxo contínuo de dados e em impactos tangíveis”, comenta o diretor executivo da Software.org, Chris Hopfensperger. “Processos que antes eram considerados complexos, agora são simples, já que cada passo no processo da cadeia de montagem e fornecimento está conectado e fornece informações ao outro”, completa.

Segundo ele, dados e pesquisas mostram que os executivos brasileiros estão prontos para a digitalização, mas precisam resolver desafios organizacionais, econômicos e culturais antes de avançar.

Um dos principais obstáculos segundo o estudo é o alto custo para digitalização, que pode ser solucionado por meio da computação em nuvem. Abraçar a nuvem como um componente de negócios integral permite a mudança para a digitalização em qualquer setor. A redução de custos a longo prazo, conveniência, flexibilidade, segurança e disponibilidade da nuvem tornam a tecnologia relevante para todos os modelos de negócios.

 

Outro entrave apontado pelo report são as ameaças cibernéticas. Proteger a infraestrutura crítica e industrial é essencial para que a Indústria 4.0 prospere. Avanços na segurança cibernética, inclusive no gerenciamento de identidades e acesso e criptografia, são passos em direção a sistemas seguros e confiáveis.

A falta de força de trabalho qualificada também atrasa a evolução da Indústria 4.0 no país.  Os trabalhadores precisam ser treinados de maneira contínua com as habilidades digitais que lhes permitirão criar, projetar, desenvolver, liderar, gerenciar e operar tecnologias básicas, como dados e análises, sistemas baseados em inteligência artificial, serviços em nuvem, realidade aumentada e muito mais.

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