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Parceria com WSO2 permitirá com que à 7COMm acelere estruturas de Open Banking no Brasil

Com a publicação do Comunicado 33.455 no final de abril, o Banco Central deu a largada para a corrida rumo à implementação do Open Banking no Brasil. O documento estabelece as principais diretrizes que irão orientar a proposta de regulamentação do modelo a ser adotado no país e permite à indústria financeira iniciar o desenvolvimento de suas estratégias para atuar no novo sistema que promete revolucionar o setor.

Neste contexto a 7COMm assumiu uma posição de liderança ao anunciar uma parceria estratégica com a WOS2, a maior plataforma de integração open source do mundo. No que se refere ao Open Banking, a WSO2 aprofundou explicações sobre o  conceito  que, via aplicativos ou APIs, compartilha informação bancária dos clientes de forma segura, criando um ecossistema propício à geração de negócios, solução de necessidades, sugestão de serviços, entre outros benefícios.

O gerente de canais Latin America da WSO2, Rodrigo Mota disse na ocasião que  o Open Banking não é e não será apenas uma mera obrigação reguladora, e sim um fator de vantagem competitiva. Segundo ele, para prosperar nesse ecossistema, os bancos precisam alinhar sua visão, cultura, equipes e tecnologias para serem centradas no cliente. O executivo reforça que embora o gerenciamento, a segurança e a integração de APIs sejam fatores de fundamental importância nas implementações de API, a velocidade e a facilidade com que eles trabalham com a infraestrutura de um banco são essenciais para seu sucesso.

Para o Diretor de Inovação e Novas Tecnologias da 7COMm, Sergio Yamani é neste sentido que a parceria entre 7COMm e WSO2 oferece um grande diferencial competitivo para o mercado brasileiro. Segundo ele, juntas as companhias irão desenvolver um framework completamente adaptado ao mercado brasileiro que permitirá um compartilhamento seguro e gerenciamento completo de APIs voltadas para os mais diferentes tipos de produtos e serviços que caracterizam o sistema financeiro nacional. “Isto permitirá aos nossos parceiros saírem na frente daqueles que optarem por soluções direcionadas apenas a seus principais focos de negócios”, diz Sergio Yamani.

A solução híbrida da WSO2 permite desenvolver, reutilizar, executar e administrar integrações, oferecendo solução sem lockin que pode ser executada on-premises ou na nuvem. Hoje, 100 das marcas líderes e mais de 1.000 projetos globais utilizam tecnologias WSO2 na execução de 5 bilhões de transações anuais.

Os requisitos estabelecidos pelo Banco Central indicam que deverão ser compartilhadas, inicialmente, as seguintes informações e serviços:

I – produtos e serviços oferecidos pelas instituições participantes (localização de pontos de atendimento, características de produtos, termos e condições contratuais e custos financeiros, entre outros);

II – dados cadastrais dos clientes (nome, número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas – CPF, filiação, endereço, entre outros);

III – dados transacionais dos clientes (dados relativos a contas de depósito, a operações de crédito, a demais produtos e serviços contratados pelos clientes, entre outros); e

IV – serviços de pagamento (inicialização de pagamento, transferências de fundos, pagamentos de produtos e serviços, entre outros).

No segundo semestre, deverão ser submetidas à consulta pública minutas de atos normativos sobre o tema e seu cronograma de implementação.

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