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Pressionado a provar resultados, design thinking responde com ROI entre 71% e 107%

Por mais promissoras que sejam as projeções, por maiores que sejam as potencialidades oferecidas por uma ferramenta, o mundo corporativo sempre chega àquele ponto do chamado choque de realidade. Isto acontece quando alguém, geralmente do departamento financeiro, decide colocar as coisas na ponta do lápis, como se dizia antigamente, e verificar o quanto a empresa ganha ou perde com cada iniciativa que ela se envolve.

O uso do Design Thinking não foge a esta regra e depois de se espalhar pelo mundo ajudando a acelerar processos de inovação nos mais variados segmentos de mercado, agora está precisando comprovar seus benefícios.

Segundo um artigo escrito por dois executivos da Forrester, os líderes que atuaram como evangelistas desta prática em suas organizações se encontram cada vez mais sob pressão para mostrar o retorno de seus investimentos na prática. Segundo os autores, os profissionais de experiência do cliente (CX) e de Design Thinking que introduziram com êxito a metodologia em suas organizações, podem descobrir que, após o entusiasmo inicial, haverá uma grande luta para financiar e dimensionar os projetos.

O texto assinado pelo analista principal de CX da Forrester, Ryan Hart e pelo consultor sênior Benjamin Brown afirma, no entanto, que aqueles que enfrentarem este desafio não terão muita dificuldade em convencer seus inquisidores sobre os benefícios da metodologia.

Isto porque um modelo de avaliação criado pela própria Forrester, chegou à conclusão de que uma prática madura de pensamento de design pode levar uma organização a alcançar um ROI entre 71% e 107%, com base em uma série consistente de entradas e saídas.

Intitulado ‘Total Economic Impact ™ (TEI)’ o modelo examina o impacto financeiro do Design Thinking. Embora o ROI de cada organização seja diferente, dependendo da eficiência da prática, do projeto e do caso de uso específico, o modelo descobriu que práticas de pensamento de design maduras podem gerar retornos substanciais mensuráveis e uma ampla gama de benefícios auxiliares.

Ao concluírem o artigo, Hart e Brown comentam que a chave para o desenvolvimento de um caso de negócios bem-sucedido e atraente para o pensamento de design está enraizada na busca e na socialização de métricas às quais os interessados se importam e que preparam a equipe para o sucesso.

De acordo com eles, a garantia do convencimento para conquistar o suporte financeiro aos projetos reside na habilidade de articular os benefícios quantificáveis do Design Thinking em uma linguagem familiar para a equipe financeira (como economia de custos de mão-de-obra) ou a equipe de marketing (como as taxas de conversão).

Especialista no desenvolvimento de projetos com a aplicação da metodologia do Design Thinking, a 7COMm conhece os atalhos para alcançar os benefícios que ela oferece e a forma de demonstrar que eles existem e estão mais próximos do que se possa imaginar. Clique aqui e converse com um especialista em Design Thinking.