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Violação de dados segue desafiando autoridades e em busca da próxima vítima

Já há quem diga que uma das certezas da vida é que todo ser humano terá, em algum momento, seus dados violados. Recentemente algumas das principais autoridades do país puderam dar razão a esta filosofia pessimista. Enquanto muitos ainda alimentam a fantasia de que invasão a sistemas tecnológicos sofisticados é coisa de misteriosas inteligências cibernéticas nativas do período da Guerra Fria, a sociedade brasileira acabou descobrindo que isto pode ser feito por aparentemente inofensivos moradores de Araraquara, no interior de São Paulo.

O pior é que não são só os seres humanos que parecem estar sob os efeitos desta perigosa profecia. As empresas, de todos os portes, também parecem estar perdendo a corrida da proteção de seus dados sensíveis.

Na última semana de julho o mercado financeiro foi aterrorizado com mais uma das muitas notícias sobre invasões de banco de dados. A imprensa noticiou com estardalhaço a prisão pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, de um hacker por suspeita de roubo de dados do banco americano Capital One.

O banco informou que o suspeito acessou os dados de cerca de 100 milhões de pessoas nos Estados Unidos e outros 6 milhões no Canadá. Todas haviam solicitado cartão de crédito entre 2005 e 2019. As informações expostas foram nomes, endereços, números de telefone, datas de nascimento e renda, além do histórico de crédito e números da Seguridade Social, a identidade de cada cidadão diante do governo.

Em um comunicado, o Capital One estimou que o roubo custará entre US$100 e US$ 150 milhões em gastos com advogados, segurança cibernética e serviços bancários aos afetados.

De acordo com uma reportagem publicada pelo portal TI Inside, um estudo conduzido pelo Instituto Ponemon mostrou que o custo médio de uma violação de dados feita em empresas no Brasil é de US$ 1,35 milhão, um aumento de 18,93% em relação ao ano anterior. O trabalho também constatou um aumento no número de dias necessários para identificar a violação de dados. Este indicador subiu de 240 para 250 dias. Já para conter a violação o prazo cresceu de 100 para 111 dias, em comparação a 2018. Em termos globais o custo de uma invasão de dados aumentou 12% nos últimos 5 anos passando para US$ 3,92 milhões, em média.

Embora os ataques sejam totalmente democráticos e façam vítimas em todas as classes sociais e todos os tipos de organização, a pesquisa mostrou que as consequências financeiras de uma ocorrência como esta podem ser maiores para pequenas e médias empresas. No estudo, organizações com menos de 500 funcionários sofreram perdas de mais de US$ 2,5 milhões em média um montante potencialmente devastador, pois o faturamento delas gira em torno de US$ 50 milhões ou menos em receita anual.

Se a tentativa de roubo de dados é uma certeza, a busca por melhores sistemas e estratégias de proteção também precisa ser. Lidando com dados sensíveis de algumas das mais importantes instituições financeiras do país a mais de 30 anos, a 7COMm acompanha de perto todas as tendências e tem conhecimento de todas as ferramentas tecnológicas mais modernas para bloquear as investidas dos hackers. Se a invasão é uma regra. Clique aqui entre em contato e seja a exceção.