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Esperar regulação do Open Banking para abrir APIs pode ser um erro estratégico

A cada notícia com manifestações das autoridades, o mercado é mais convencido de que a regulação do Open Banking é apenas uma questão de tempo. Afinal, parece decisão tomada e sem retorno. Inegavelmente, alguns estão olhando para este fato com ressalvas por entenderem que se trata apenas de mais um conjunto de regras a serem seguidas. Enquanto isso, outros estão conseguindo enxergar o enorme espaço para ampliação das oportunidades de negócio que este novo ambiente vai representar.

Sob este ponto de vista, este segundo grupo inclusive não está disposto a esperar que as regras sejam ditadas. Por isso, seus membros já se antecipam no estudo das melhores estratégias para começarem o movimento de abertura de APIs.

Por consequência de seus mais de 30 anos de parceria com o mercado financeiro em apoio às suas constantes transformações, a 7COMm sente essa agitação. Só para exemplificar, nos últimos meses as notícias sobre a regulação do Open Banking produziram na empresa uma grande demanda de bancos médios e regionais. Sobretudo, a maior parte deles buscava por informações para desenvolvimento de projetos voltados a este novo momento.

Mais canais de distribuição e ampliação da oferta de serviços

Primordialmente, a ampliação dos canais de distribuição de seus produtos é o que está atraindo a atenção destas instituições. Segundo o diretor de TI da 7COMm, Jorge Tokuda, a abertura das APIs, que está na base da regulação do Open Banking, oferece esta alternativa.

Com esse compartilhamento, eles também podem encontrar formas de aumentar a receita oferecendo serviços de terceiros em sua base. “O consumidor inclusive deseja isso há muito tempo. Significa a ampliação de alternativas, crescimento da competição e outros benefícios”, diz.

Nesse sentido, a 7COMm se antecipou na busca por oferecer as melhores soluções às instituições financeiras que quiserem entrar o mais rapidamente possível neste mundo. Para isso, a empresa estabeleceu uma parceria estratégica recentemente com a WSO2, maior plataforma de integração open source do mundo.

Com toda a certeza trata-se de um grande diferencial competitivo. Ainda mais porque a companhia global possui soluções que já estão em perfeita conformidade com as normas estabelecidas para o Open Banking no Reino Unido e da União Europeia, entre outras. A saber: O modelo britânico deve servir como referência e inspiração para o Banco Central do Brasil na regulação do Open Banking.

Framework de Open Banking adaptado às condições brasileiras

Não apenas por isso, mas é fato também que no sistema da WSO2 existe um módulo específico para gestão de consentimento. Este instrumento é fundamental uma vez que a regulação do Open Banking certamente irá na mesma direção da LGDP (Lei Geral de proteção de Dados).  Isto é: As duas legislações estabelecerão a necessidade de permitir ao usuário a total condição de consentir ou não que seus dados sejam compartilhados com terceiros.

“Gerenciar esta movimentação será uma das grandes dificuldades para operar o Open Bankig”, diz. Desta forma, o executivo explica que 7COMm e WOS2 estão trabalhando em conjunto para criar soluções adaptadas às condições brasileiras.

Concluindo, a parceria com a WSO2 também permitirá à 7COMm oferecer ambientes de testes. Neles os bancos poderão iniciar parcerias com fintechs, por exemplo, sem o risco de colocar no mercado uma solução que ainda não esteja totalmente madura.

“Assim como os bancos mais adaptados a este novo momento, a 7COMm também está se movimentando com o olhar no futuro. Não há tempo para esperar. Quem larga primeiro geralmente chega na frente nas corridas”, afirma Tokuda.

Ele se coloca à disposição para mais esclarecimentos: Clique aqui  e vamos analisar o caso da sua empresa.