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PIX do Banco Central

PIX do Banco Central impulsiona competição no setor financeiro e deve favorecer bancos pequenos e médios

Falta pouco mais de um mês para o início do cadastramento das contas do PIX (Sistema de Pagamentos Instantâneos do Banco Central) e as instituições financeiras trabalham a todo vapor para organizar suas estruturas e garantir que nada saia errado no dia 16 de novembro, quando entra em operação..

Por trás do que parece apenas mais um sistema de transferência de fundos há muita coisa envolvida: o PIX do Banco Central promete abrir novas possibilidades à população e acirrar a competição no setor. Isso porque ele coloca em pé de igualdade fintechs, varejistas e bancos dos mais variados portes.

Concorrência favorece o consumidor

Com o Pix do Banco Central, se você tem uma conta corrente em um banco tradicional, as transações serão processadas em um único sistema de pagamentos de baixíssimo custo (estima-se que 10 transações custarão 1 centavo).

Mais competição implica em melhores serviços e uma briga de preços capaz de beneficiar os consumidores e promover a ampliação dos índices de bancarização, o que significa que mais pessoas terão acesso ao sistema financeiro.

Para se ter uma ideia do interesse no novo sistema, o Banco Central calcula que cerca de 30 instituições se encaixam do perfil daqueles que têm a obrigação de oferecer o serviço. Entretanto, o BC já recebeu quase mil solicitações de empresas interessadas em realizar transações com base nesse novo método.

Incentivo à transformação digital

Com novidades como o PIX do Banco Central e o open banking, a transformação digital se acelera. Enquanto os grandes bancos contam com estruturas gigantescas e equipes dedicadas, instituições menores precisam buscar alternativas para se adequar rapidamente.

Entre as soluções disponíveis para apoiá-los nessa jornada está o sistema Office Banking OB7, da 7COMm, que conta com um módulo de transferência de valores, o qual traz funcionalidades que permitem a oferta da nova plataforma de pagamentos.

A tecnologia, disponível em nuvem, garante flexibilidade para expandir a estrutura na medida em que o volume de transações avance, possibilitando equacionar melhor os investimentos nessa etapa inicial. Cria-se então o ambiente favorável para o início de uma nova era que deve trazer bons frutos a todo sistema financeiro brasileiro.